quinta-feira, 1 de setembro de 2016

COMO AUMENTAR MEU PATRIMÔNIO LÍQUIDO?

COMO AUMENTAR SEU PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Patrimônio líquido: qual é a definição exata deste termo? Como fazer para acelerar o seu crescimento em prol de uma vida mais livre e plena? É o que você vai descobrir neste artigo. Acompanhe comigo.
Uma das leituras obrigatórias de todas as pessoas interessadas em ter umarelação mais saudável e produtiva com o dinheiro é o livro Os segredos da mente milionária – aprenda a enriquecer mudando seus conceitos sobre o dinheiro e adotando os hábitos das pessoas bem-sucedidas.
Se você já leu, é provável que concorde comigo que existe um “antes e depois” dessa leitura na forma como lidamos com o dinheiro e a vida, não?
Na obra, o autor T. Harv Eker derruba mitos consagrados sobre a riqueza e ajuda o leitor a mudar uma “chavinha” no cérebro para pensar como os ricos no que diz respeito à gestão financeira de suas vidas.
Eu já escrevi aqui sobre alguns dos segredos dos milionários que todo investidor precisa conhecer, mas hoje quero ir além.
Um dos capítulos do livro fala sobre a necessidade de mudar a forma como enxergamos a construção da riqueza. E traz lições preciosas, que quero compartilhar com você.
1. Foque no patrimônio líquido
A lição número um é: esqueça os rendimentos e foque no patrimônio líquido, que é simplesmente o valor de tudo o que você tem (dinheiro, ações, imóveis, negócios e outros bens de valor) e subtraia o que você deve.
O patrimônio líquido é a medida definitiva da riqueza porque, se necessário, os bens podem ser liquidados, ou seja, convertidos em dinheiro.
T. Harv Eker
Um dos maiores erros que as pessoas cometem quando pensam em enriquecer é delimitar sua visão aos rendimentos mensais.
Muitos ficam presos – e não raramente cegos – a condicionar seu futuro sucesso financeiro a aumentos salariais que, em alguns casos, mal cobrem a inflação. Se você deseja dar um passo à frente e fazer diferente do que a maioria faz, precisasair do piloto automático e tomar as rédeas de suas finanças.
Antes de apresentar as outras três formas de fazer seu patrimônio líquidocrescer, permita-me explicar brevemente o que são e como são divididos osrendimentos.
1. Rendimento ativo
É o dinheiro que você ganha por seu trabalho. Ele é a base para a construção do seu patrimônio líquido, mas jamais pode agir independente. Fique comigo que logo você vai entender por quê.
2. Rendimento passivo
Dinheiro que você recebe sem trabalhar ativamente. Ele pode vir de diferentes formas, como dividendos, renda de aluguel, royalties, venda de algo que exigiu um trabalho inicial, mas hoje está no piloto automático, e assim por diante.
O problema da maioria das pessoas que vivem o mantra do “deixe a vida me levar” é que acabam ficando somente nesses rendimentos e se deixam levar por um ciclo vicioso.
Não são poucos os que têm excelentes rendimentos, mas não conseguem obter aindependência financeira porque deixam de lado os outros três pilares fundamentais para construir fortuna, que são:
  1. Poupança
  2. Investimentos
  3. Simplificação
2. Acelere o Crescimento do seu Patrimônio 
construção de seu patrimônio líquido deve ser resultado de um mix entre esses quatro aspectos – lembrando que os rendimentos mensais são o quarto elemento. A poupança é o primeiro e talvez o mais desafiador passo, principalmente para quem não está acostumado a ser o protagonista de sua vida financeira.
É fácil gastar mais quando se passa a ganhar mais – muitas vezes, com futilidades e luxos desnecessários – mas se você está lendo este artigo e se enxergando neste exemplo, pare tudo e reveja seu modo de vida. Será que não há nada que você possa fazer para reduzir seus custos fixos e dar um passo importante paraenriquecer?
Uma dica simples, mas muito poderosa, é remunerar a si mesmo todos os meses assim que seu rendimento ativo cair em sua conta. Ou seja: destine um percentual do que entra (sugiro começar com 5%) para poupar, e desafie-se a aumentar esse percentual progressivamente mês a mês.
3. Controle seus gastos
Combine isso com um controle rígido de todos os seus gastos. Registre em uma planilha, app ou software, desde o cafezinho diário até a prestação do carro. Não será difícil encontrar os gargalos. É possível que esses 5% estejam indo para o ralo em algo absolutamente inútil que você pode evitar com pouco esforço.
A partir do momento que está em dia com a poupança, a brincadeira começa a ficar divertida, pois é hora de investir.
As pessoas ricas despendem tempo e energia aprendendo a investir e têm orgulho de serem excelentes investidoras ou, pelo menos, de contratar ótimos profissionais para executar essa tarefa por elas. Quem tem mentalidade pobre pensa que investimento é coisa de rico. E, como nunca aprende a fazer isso, continua na pior.
T. Harv Eker
4. É preciso mudar a mentalidade, refletir e agir
O quarto item que fará seu patrimônio líquido crescer tem a ver com o que comentei sobre a poupança. Exige uma mudança de mentalidade e uma reflexão profunda sobre como você rege sua vida e quais são suas prioridades. Simplificar é preciso!
É claro que buscar um aumento nos rendimentospoupar e investir com sabedoria é importante, mas tudo isso pouco vai trazer resultado se você não reduzir seu custo de vida.
Se, para você, felicidade significa morar em uma mansão com carros importados na garagem e mil mordomias, a liberdade financeira está, provavelmente, muito distante da sua realidade. E, cá entre nós, a relação entre bens materiais e felicidade tem prazo de validade, acredite. E ele é bem curto!
Agora, se seu objetivo é usar o dinheiro como uma ferramenta para realizar sonhos e levar uma vida mais leve e feliz, ao adotar os quatro pilares como um mantra, estará caminhando fortemente na direção de seus sonhos.
Por fim, quero deixar uma dica prática, que vai ajudá-lo a se manter focado e motivado na missão de enriquecer:
Crie uma planilha com todo o seu patrimônio, monitore e atualize essa planilha mês a mês. Você se sentirá muito bem por ver seu patrimônio crescer e ficará cada vez mais motivado a continuar. O efeito psicológico desse simples gesto é poderoso, acredite!

Como você gerencia suas finanças?
Quero aproveitar esta conversa de hoje para saber como você gerencia suas finanças no dia a dia. Você faz um controle rígido de todos os gastos, está sempre analisando e procurando formas de ser mais econômico e produtivo financeiramente ou está em débito consigo mesmo nesse quesito? Usa uma planilha própria ou um sistema de gerenciamento de contas?
Conte pra mim. Estou pensando em coletar boas práticas de leitores para transformar em um artigo em breve. Conto com você.

Bons investimentos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

PROFISSIONAIS BRILHANTES COM CURRÍCULOS DUVIDOSOS

Exemplos de profissionais brilhantes com currículos duvidosos


Steve Jobs
O fundador da Apple não fez uma faculdade das mais conceituadas dos Estados Unidos (ele nem chegou a se formar) e não se manteve em um estágio que teoricamente o levaria ao sucesso profissional. Pelo contrário: ele abandonou seu emprego noturno na Atari, onde seus colegas reclamavam de seu mau cheiro, para realizar uma viagem com fins espirituais à Índia.
Quem olhasse o currículo do Steve Jobs de 23 anos não o contrataria em detrimento de um “berço de ouro” – muito menos imaginaria que ele se tornaria um dos CEO’s mais lendários de todos os tempos.
Richard Branson
Ele tinha dislexia, tirava péssimas notas, abandonou a escola aos 16 anos e chegou a ouvir de um professor que ou acabaria na prisão, ou ficaria milionário. Richard Branson apostou na segunda opção.
O fundador da Virgin ergueu um império que ocupa os segmentos de gravadoras, aviação civil, logística, dentre outros.
Carlos Wizard Martins
Imagine uma pessoa de família humilde, que ajudava o pai a vender alimentos para mercearias e armazéns no interior do Paraná, que entrou no curso de Análise de Sistemas só aos 26 anos de idade e que foi demitido aos 30. Você contrataria esse “comigo ninguém pode”?
O currículo de Carlos Martins era coberto de sinais de alerta a recrutadores. Mas isso não o impediu de criar a maior rede de escolas de inglês do Brasil, a Wizard, e de em 2014 integrar o seleto grupo de brasileiros bilionários na revista Forbes.
Flávio Augusto
Ele criou a Wise Up e a vendeu para o Grupo Abril em 2012 por R$ 877 milhões. Hoje é dono do time de futebol Orlando City Soccer Club, dos Estados Unidos.
Quem olha a biografia de Flávio Augusto vislumbra um clássico exemplo de “comigo ninguém pode”: morador de um bairro na periferia do Rio de Janeiro, ele cursou dois anos da Escola Naval e começou mas não terminou o curso de Ciências da Computação na Universidade Federal Fluminense. Não se trata de um currículo que os gestores de Recursos Humanos veriam como consistente.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

CRENÇAS FINANCEIRAS, VOCÊ JÁ DERRUBOU A SUA HOJE?

Crenças financeiras podem estar tão enraizadas em sua mente que você nem percebe o quanto prejudicam seu futuro. Veja algumas delas e prepare-se para desmistificá-las de uma vez!
É natural do ser humano carregar crenças absolutas. Mas não é por ser natural que é certo!
Muitas das verdades incontestáveis que você pode carregar consigo talvez nunca tenham passado por uma reflexão mais profunda e racional. E se passarem, acredite: as chances de caírem por terra são enormes.
O fato é que às vezes a coisa caminha na linha do “faço assim porque sempre foi assim” e graves erros acontecem por isso.
E quando se trata de dinheiro, as crenças são evidentes.
Hoje, quero compartilhar algumas delas com você e mostrar os caminhos para deixá-las para trás.
Para você entender melhor de que crenças estou falando, preste atenção nos exemplos abaixo. São frases que costumamos ouvir bastante por aí:
O dinheiro é a raiz de todo mal.
Dinheiro não traz felicidade.
Toda pessoa rica é ruim.
Não gosto de falar de dinheiro e nem sou bom em cuidar dele.
Veja que citei 4 frases (poderiam ser mais) que eu tenho certeza de que você já ouviu ao menos uma vez na vida.
Apesar de serem bem diferentes uma das outras, têm em comum o fato de seremcrenças equivocadas ligadas ao dinheiro.
Pior que isso, são maneiras de pensar que nada agregam. Pelo contrário, só afastam você de seus sonhos.
Para não ser vítima dessas crenças, a mudança deve começar em seu mindsetOu seja, na forma como você pensa e em como direciona sua energia.
O que vai movê-lo em direção aos seus sonhos, como eu sempre falo aqui no blog, é assumir uma postura proativa com relação ao seu dinheiro.
Pensar nele, conversar sobre ele em casa, refletir sobre onde está gastando seu dinheiro, estudar educação financeira e investimentos, compartilhar o que aprende com seus familiares. Esse é o caminho para ter uma vida financeira saudável!

O que é o dinheiro para você?

Para aquecer os motores, quero pedir para você responder a questão abaixo.
Sugiro fortemente que anote-a, pois ao final deste artigo vou propor outro exercício ligado a esse primeiro. É uma brincadeira interessante.
Só peço que leia o texto inteiro antes de ir até o fim, mas adianto que adoraria ver o seu resultado dos exercícios nos comentários.
Vamos lá? Responda:
Para mim, o dinheiro é…
Exemplo1 : “O dinheiro é uma ferramenta fantástica para conquistar a liberdade em todos os aspectos da vida.”
Exemplo 2: “Dinheiro é um mal necessário para viver.”
Veja que as duas respostas são uma pura questão de ponto de vista, experiências pessoais e crenças estabelecidas.
Mas são suficientes para uma autorreflexão inicial, que é um bom ponto de partida para conversarmos sobre o impacto das crenças financeiras em nossas vidas.

Derrubando crenças financeiras infundadas

Compartilho a seguir uma espécie de passo a passo acompanhado por dicas práticas sobre como você pode derrubar crenças financeiras infundadas, criar suas próprias (e sólidas) convicções a respeito do dinheiro e, principalmente, levar uma vida mais equilibrada e feliz. Acompanhe!

1 – Faça o dinheiro ser prioridade

Sem radicalismos, ok? Não estou dizendo para você se esquecer de tudo e de todos e centrar sua vida no dinheiro.
O que quero é que você entenda que ele precisa fazer parte da sua vida de forma mais pensada. Explico!
Enquanto o dinheiro for um ser estranho, algo que você recebe pelo seu trabalho e que gasta de acordo com o que precisa ou deseja, você tende a sofrer com ele.
Porém, se você está aqui lendo este artigo, acredito que não seja o seu caso. Só que, ainda assim, levar o debate para dentro de casa é importante.
Será que todos em sua família estão alinhados a respeito da importância de ter uma relação positiva e proativa com o dinheiro? Eu arrisco dizer que não.
O melhor caminho para quem está no ponto zero é ler um livro simples e instrutivo, como o Pai Rico, Pai pobre, que já escrevi sobre aqui.

2 – Se o dinheiro aborrece você, foque nos benefícios futuros

Eu entendo que existem pessoas que sabem da importância de tudo o que estou falando hoje e sempre aqui no blog, mas simplesmente não suportam gerenciar suas finanças com mais atenção.
Seja porque o trabalho consome boa parte das energias, seja por puro perfil ou até mesmo preguiça, acontece.
Se esse é seu caso, independente do motivo, sugiro que comece a pensar não no dinheiro, mas nos resultados que ele pode entregar no futuro.
Em outras palavras, quais são seus sonhos? Quando deseja realizá-los? De quanto vai precisar para isso? Quanto precisa guardar por mês?
Este exercício simples de reflexão pode gerar um efeito poderoso e de grande transformação em sua vida. Afinal, são os sonhos que nos movem, certo?

3 – Encare o dinheiro como uma área de estudo

Uma dica extra para mudar seus hábitos e crenças financeiras é enxergar o dinheiro como uma área em sua vida que precisa estar em constante aprimoramento.
Bem como devemos cuidar da alimentação, praticar esportes e acompanhar a evolução de nossas profissões para nos mantermos relevantes no mercado (apenas para citar alguns pontos que costumam ser tratados com seriedade pela maioria das pessoas), o dinheiro é mais um item que precisa entrar na lista de prioridades pelo simples fato de que boa parte da nossa vida gira em torno dele.
Praticamente tudo o que temos, fazemos, não temos ou deixamos de fazer está relacionado a ele. Ou seja, trazê-lo para o dia a dia, mais do que importante, é necessário.
Você não precisa se tornar um especialista em macroeconomia e taxa de juros, mas ter uma boa compreensão do cenário econômico, conhecer as ferramentas para construção de riqueza e entender o impacto do consumo desenfreado/emocional seguramente fará uma diferença enorme em sua vida.
Orgulhar-se por não dar bola ou não entender de dinheiro – acredite, existe muita gente assim – não é nada além de um tiro no pé e assumir que você não pode evoluir em sua jornada.

4 – Não leve a vida em ciclos de 30 dias

Alguém, um dia, disse que todas os nossos recebimentos e contas devem funcionar em um ciclo de 30 dias. É como as coisas são.
Mas isso não significa que você deva “zerar” a vida toda vez que o mês mudar. E aí entra uma questão importante a respeito do mindset.
Imagine a seguinte situação: hoje é dia 31 e você acaba de perceber que 10% de seus rendimentos mensais ainda estão em conta corrente, o que geralmente não acontece.
O que você faria com o dinheiro? Gastaria em uma extravagância, já que amanhã o ciclo se renova, ou colocaria em alguma aplicação?
Se ficou com a primeira opção, você claramente é refém do ciclo de 30 dias.
A “sobra” de cada mês, hoje, é o principal pilar para conquistar a liberdade financeira amanhã.
A vida não é uma corrida de 100 metros rasos, mas uma ultra-maratona. Viva o presente, mas pense no longo prazo e construa o futuro.
Por falar em ciclos, recomendo que leia este e-book do consultor Paulo Vieira. É um guia prático que vai ajudá-lo a descobrir em qual ciclo financeiro você se encontra e como acelerar a prosperidade em sua vida ou família.

5 – Não se apoie no histórico familiar

Talvez você nunca tenha tido um bom exemplo dentro de casa sobre como ser um bom gestor de sua própria renda.
Talvez você seja de uma família humilde e não tenha muitas perspectivas de se tornar rico um dia. Talvez.
A verdade é que nada disso importa. Ou, ao menos, não deve importar para você. O passado tem menos impacto no futuro do que você imagina.
O que já aconteceu ficou para trás. A cada dia você tem a chance de escrever uma nova história.
Por isso, seja responsável pela sua vida, pelos seus resultados e pelo futuro que deseja viver.

6 – Dinheiro traz felicidade, sim!

A velha máxima que prega que “dinheiro não traz felicidade” pode até ser verdade para algumas pessoas, que ficam cegas para tudo e todos por pensarem exclusivamente no dinheiro.
Mas quando ele é tratado como uma ferramenta para criar liberdade e realizar sonhos, o velho ditado popular cai por terra.
Se você tem a crença de que pessoas ricas são infelizes, talvez seja por inveja ou por alguma angústia reprimida.
Faça uma reflexão. Ao invés de invejar ou criticar, por que não admirar e se inspirar?

7 – Viver endividado não é uma regra da vida

Vivemos no Brasil a cultura do crediário e das prestações a “perder de vista”. É assim desde sempre, então é assim que o jogo funciona, certo? Errado!
Você não precisa (e nem deveria) se enfiar em uma dívida de cinco anos para financiar um carro.
O mesmo vale para qualquer grande compra que vai comprometer seu orçamento por longos anos, aliás.
É claro que existem casos e casos, mas minha intenção é sempre provocar a reflexão, apresentar um plano B, fazer você imaginar como seria se fizesse diferente.
Não é porque a vida de 90% das pessoas que você conhece segue um roteiro tradicional que a sua precisa seguir também.
Por exemplo: você já fez as contas sobre se vale a pena entrar num financiamento de trinta anos para comprar um imóvel ou se é mais vantajoso ficar no aluguel por alguns anos enquanto faz seu dinheiro render?
Você pode se surpreender com os números. Lembre-se: a minha intenção é fazer você questionar suas crenças financeiras e, quem sabe, ajudá-lo a encontrar um caminho mais produtivo.

8 – Você não ganha muito pouco a ponto de não poder poupar

Dizer que ganha muito mal é a desculpa preferida de 9 entre 10 pessoas que não se preocupam em poupar. A verdade é que (quase sempre) elas estão erradas.
Eu acredito que isso acontece porque essas pessoas têm, por algum motivo, a ideia de que precisam poupar muito dinheiro. Mas não é isso.
Lembre-se de que estamos falando de crenças financeiras. E essa é mais uma que precisa ser excluída de sua vida imediatamente.
O mais importante é desenvolver o hábito de poupar. O valor, principalmente no início, pode ser quase simbólico, mas eu sugiro que você comece com algo entre 5% e 10% do que ganha.
Direcionar esse valor para uma poupança (inicialmente), é a primeira coisa que você deve fazer todos os meses.
Se fizer isso, não vai demorar para este hábito se tornar uma atividade padrão em sua vida. E aí, ponto! Você deu o passo mais importante rumo a suaindependência financeira.

9 – A aposentadoria está muito mais perto do que parece

Não importa se você tem 20, 30, 40, 50 anos ou mais. A cada dia que passa, sua capacidade produtiva está mais próxima do fim.
Logo, quanto antes você começar a se preocupar com o dia em que for pendurar as chuteiras, melhor.
Se você é jovem, comemore e aproveite! Cultive desde já o hábito de investirvisando o longuíssimo prazo: o seu futuro.
Por outro lado, se você é mais velho e sente que já passou da hora para se preocupar com a aposentadoria, não desanime. Recomendo que procure ajuda profissional para traçar a melhor rota possível.

10 – Ganhar dinheiro não é pecado

Não é raro ouvirmos por aí que é errado ganhar muito dinheiro. Muito disso está atrelado ao grande abismo que separa as classes sociais no Brasil.
É um tema complexo que merece ser mais aprofundado, mas para não perdermos o foco aqui, quero apenas dizer que, caso você tenha esse pensamento, tente “virar a chavinha”.
Quando nas mãos certas, o dinheiro gera valor, cria e compartilha riquezas.
Com dinheiro, podemos não só alcançar a liberdade financeira, mas gerar oportunidades para outras pessoas, ajudar, compartilhar, crescer.
Lembre-se: tudo começa pela forma como pensamos, acreditamos e agimosQuais são as crenças financeiras que impedem que você evolua?

Exercício final sobre crenças financeiras

Depois de ler este artigo e refletir sobre suas crenças financeiras, responda novamente o exercício que apresentei no início:
1 – Agora que li o artigo, o dinheiro para mim é…
Por fim, quero deixá-lo com um plano de ação para daqui em diante:
2 – O que vou fazer, na prática, para melhorar minha relação com meu dinheiro?

POR: André Fogaça. É empreendedor, investidor e cofundador do GuiaInvest, no qual teve o privilégio de ajudar, até o momento, mais de 125 mil pessoas a investirem com sucesso. Suas postagens alcançam segundo o Facebook mais de 2 Milhões de pessoas a cada semana. Ele conquistou um grande sonho pessoal por meio dos investimentos e quer ajudar você a conquistar o mesmo.

sábado, 24 de outubro de 2015

COMO ECONOMIZAR NAS COMPRAS DE NATAL? 7 DICAS



As festas de fim de ano estimulam os gastos.
Roupas novas, confraternizações, bebidas, presentes de Natal… Para muitos, tudo é motivo para gastar mais nessa época do ano.
O grande problema é que muitas pessoas gastam mais que o orçamento permite. E o pior: se esquecem dos impostos e das contas que estão por vir.
Como já dizia a fala popular: “muita calma nessa hora”!
É preciso comprar com sabedoria para que o Natal não se torne o pesadelo das dívidas. Gastar mais não significa presentear melhor.
O post de hoje traz 7 dicas para gastar menos nas compras de presentes de Natal.
Dicas de presente de Natal gastar menos - presente criativo

1. Planeje as compras de Natal

Quem será presenteado? Pergunte-se se todo mundo que você pensa em presentear realmente precisa ser presenteado. Faça uma lista de compras com os nomes das pessoas e ideias de presentes. Crie um plano de compras com os lugares que pretende visitar. E o mais importante: compre com antecedência. Não deixe para o último momento. Assim, você terá mais tempo, flexibilidade e criatividade para encontrar todos os presentes de Natal.
2.Defina um orçamento
Determine quanto gostaria de gastar com cada presente. Respeite a sua realidade financeira. Não faça dívidas exorbitantes apenas para presentear. Estabelecer limites é importante para não cair nas complicações das compras.

3. Pesquise

Não compre na primeira loja que entrar. Tenha paciência para encontrar bons preços. Compare os preços cuidadosamente. E, não se esqueça de usar a internet como aliada nas compras. Muitos produtos podem ser encontrados em lojas on line com melhores preços.Comprar pela internet pode ser vantajoso! Faça as contas (incluindo o frete e compare com o seu gasto de deslocamento até a loja). E, se for pensado com antecedência, dá até paracomprar no ebay e outros sites estrangeiros (como o AliExpress), que são muito mais baratos.

4. Troque presentes por lembrancinhas

Há muitos mimos lindos para presentear. Não é preciso aquele presente colossal. O que vale é a intenção. Só o fato de presentear já demonstra atenção, carinho. Seja honesto com você mesmo é mais importante que tentar impressionar com qualquer presente.

5. Crie presentes

Que tal usar a criatividade? Você pode criar alguns presentes no maior estilo “faça você mesmo”. Presente DIY (“do it yourself) é muito bacana porque traz, de alguma maneira, um pouco da pessoa. Muitas vezes, a pessoa pode até descobrir um dom pessoal durante o processo de “fabricar” os presentes de Natal. Que tal uma vela aromática? Cookies? Brownie especial de Natal? Panetones caseiros?

6. Gastos e pagamentos anotados e planejados

Como você vai pagar cada presente? Evite o excessivo parcelamento das compras. Parcele o mínimo possível. Não arraste os pagamentos dos presentes de Natal para os meses seguintes. Outro ponto importante é sempre estar por dentro dos gastos. Anote tudo, acompanhe a sua fatura de cartão de crédito. Utilizar uma planilha pode ajudar a ter controle dos gastos.

7. Peça descontos

Pechinchar é uma excelente maneira de economizar. Peça descontos! No fim das contas, você vai perceber que economizou muito. Estude as formas de pagamento que lhe trarão mais vantagens financeiras.
Independente do seu orçamento, essas dicas dicas ajudam a gastar com sabedoria.

5 ERROS COMUM AO USAR O CARTÃO DE CRÉDITO

Cartão de crédito é algo muito fácil de se obter.
E usá-lo de maneira responsável pode ser um grande desafio para muitos.
Os dados mostram que o nível de inadimplência vinculado ao uso do cartão de crédito é preocupante no Brasil. Muita gente que não consegue pagar a fatura, dá o calote e contrai uma dívida que se torna uma verdadeira “bola de neve”.
Tudo isso quase sempre acontece devido ao mau uso do cartão de crédito.
O post de hoje vai trazer os erros no uso do cartão de crédito que devem ser evitados.
Como usar cartão de crédito
  1. Pagar o mínimo. Pode parecer óbvio para alguns. Quando você paga o valor mínimo, você está, de alguma maneira, financiando o valor total e real da sua fatura. Por isso, jamais pague o mínimo da fatura. Pague o custo total da fatura.
  2. Perder a data de vencimento. Isso indica falta de organização financeira. Todo atraso de contas gera cobranças de taxas de juro que pode atrapalhar a sua saúde financeira. É algo um gasto que você não precisa ter. Use uma agenda. O Google Calendar funciona bem para organizar lembretes e tarefas. Há vários apps no mercado que também pode ajudar a você não se esquecer dos seus compromissos financeiros!
  3. Não conferir o histórico da fatura. As operadoras de cartão de crédito erram cobranças com frequência. E o pior é que muita gente paga a fatura sem conferir todas as compras. Confira cada valor cobrado na sua fatura!
  4. Ter cartão de créditos quando se tem outras dívidas. Ter uma dívida indica problema com o controle financeiro. Para pagar as dívidas, é preciso ter mais controle dos gastos e, principalmente, evitar compras dispensáveis. O próprio mercado instiga ao comportamento financeiro descontrolado, com pagamento com cartão de crédito. Para quem está com dívidas, é preciso repensar a forma de pagar. O cartão pode ser uma maneira fácil de entrar em outras dívidas.
  5. Comprar com cartão para se sentir melhor. Ninguém deve usar as compras para resolver problemas emocionais. Pagar com cartão de crédito pode tornar tudo pior porque dá uma falsa sensação de que se pode comprar tudo. Há um grande risco de gastar demais ou comprar “coisas desnecessárias”. Imagine não ter saldo para cobrir o cartão de crédito? Use outras formas de resolver esses dilemas da angústia, como caminhada, yoga ou qualquer outra coisa que consiga lhe relaxar.

PARA ACABAR COM AS DÍVIDAS E POUPAR


Muitas pessoas enfrentam problemas para cuidar de seu próprio dinheiro. Alguns entram em dívidas inacabáveis, outros não conseguem juntar dinheiro para fazer aquisições pessoais (como troca de carro, reforma da casa, celular, entre outras) e outros nunca sabem como fazer um planejamento futuro com o dinheiro. O salário chega e não resta nada! Essa é a realidade de muitos brasileiros.
Os recursos (cartão de crédito, cheques e afins) que existem, que seria para facilitar o consumo, acabam virando uma dor de cabeça. É necessário aprender a consumir e também aadministrar o próprio dinheiro. Muitas pessoas não entendem absolutamente nada quando ouvem consultores financeiros falando sobre isso, já que muitos insistem em falar vocabulários que ninguém entende.
Para tentar ajudar nesse assunto, criamos alguns passos em linguagem fácil para que você comece a colocar seu dinheiro em ordem. Então se mexa e siga as dicas financeiras do Site Mulher Digital.
1 – Tenha controle de seu orçamento financeiro! O que é isso? Falando, grosso modo, estabeleça um orçamento com as entradas e saídas do seudinheiro, ou seja, calcule o que você ganha menos suas despesas essenciais (contas de casa, alimentação, educação, financiamentos que já foram feitos, pagamentos de despesas que não podem ser evitadas), tentando manter sempre um mesmo padrão de gastos e evite saídas de seu dinheiro com despesas supérfluas e com novos financiamentos. Isso inclui ficar de olho naquilo que é cobrado pelo seu banco! *Tarifas Bancárias – Serviços Gratuitos.
2 – Coloque suas dívidas em ordem e não produza mais nenhuma dívida. Financiamentos,pagamentos de cartão de crédito, cheque especial, prestações de algum bem que comprou. Procure zerar com tudo isso! Lembre-se que isso já tem que estar lá no controle de seu orçamento como as despesas que você não pode deixar de cumprir. Seja rigoroso com você! Não caia na tentação de criar novas despesas!
3 – Crie e tente manter uma poupança. Criar uma poupança é mais fácil que manter. Paraconseguir juntar uma poupança, estabeleça uma quantidade de dinheiro mensal que será depositada na sua poupança e esqueça que existe esse dinheiro. Seja firme! Utilize só em casos essenciais (como saúde, por exemplo). Não utilize para pagar antigas ou novos débitos. Lembre-se que os pagamentos essenciais já foram colocados no controle de seu orçamento! Caso não sobra nunca dinheiro para colocar em poupança! Você tem um problema maior ainda!
4 – Crie planos futuros para seu dinheiro. Os planos podem ser muitos! É aquele velho sonho de reformar a casa, trocar o carro, fazer aquela viagem maravilhosa, comprar uma casa, comprar um playstation, comprar um carro, mobiliar/decorar a casa, comprar computador/notebook. O sonho é seu! O importante é fazer um plano futuro e tentar pensar em realizá-lo pagando à vista ou com a maior entrada possível (conseqüentemente, com o menor financiamento). Esqueça a idéia de realizar seus sonhos por meio de prestações. Seus sonhos podem virar pesadelos! Nada mais confortável que pagar por aquilo que quer de forma tranqüila e não ter que pensar nas prestações do seu “sonho”. *Planejamento para o Casamento
Guardar dinheiro
5 – Suspenda por um tempo os pagamentos parcelados no cartão de crédito e/ou cheque! Só pague no cartão de crédito/cheque aquilo que você pode quitar no próximo mês de forma integral, sem prestações e sem comprometer a sua poupança. Isso faz com que você aprenda a ter controle de seu orçamento e não gaste mais que pode. Se não pode pagar integral porque compromete o seu orçamento, não compre! Lembre-se que as despesas essenciais (como supermercado, educação, entre outros) já estão relatadas no seu orçamento e não tem que criar mais uma conta com isso!
6 – Evite comprar coisas supérfluas. Não compre aquilo que não esteja precisando e pare de achar que você precisa de tudo que existe! Isso vale também para o orçamento da casa, supermercado. Doces, chocolates, CD’s, DVD’s, roupas/tênis mais do que aqueles que já tem, ingressos para shows, peças de carros (Car Tuning), perfumes, bebidas alcoólicas (Isso gasta um tanto!), eletrônicos (celular, por exemplo). Segure-se e tente não ceder a todos seus desejos. Se ceder a todos seus desejos, pode nunca conseguir realizar seus sonhos com tranqüilidade.
7 – Prive-se do extravagante e opte pelo menos! Menos é mais! Deixe de lado por um tempo as festas caras, restaurantes com preços exorbitantes, gastos ostensivos com luxo (roupas, perfume, tênis, viagens, etc), comida e bebidas de preços dispendiosos. Tudo bem que você gosta daquele vinho caríssimo, mas pode optar por um outro produto de boa qualidade de preço mais razoável. Isso serve para tudo. Ao invés comprar aquele chocolate suíço caríssimo, adquira uma opção nacional mais barata. Deixa para ir aos restaurantes caros e chiques em datas comemorativas (aniversário, namoro), por exemplo. Pegue um “cineminha”, por exemplo, mas não precisa ser todo fim de semana! Ninguém está dizendo para você não ter mais vida social, mas por optar por alternativas mais baratas financeiramente e talvez mais simples no nível sócio-cultural.
8 – Faça pesquisas de preço! Se precisar comprar um determinado produto, procure fazerpesquisas de preço em vários lugares. Não compre no primeiro lugar que lhe der apenas um pequeno desconto, você pode conseguir mais. E não pesquise apenas em lugares que, em geral, é mais caro, como shoppings, por exemplo. Isso vale também para compras de supermercado. Com isso, sua despesa com supermercado pode baixar e sobrar dinheiro para colocar na poupança, pagar outras dívidas, entre outras coisas.
9 – Seja rigoroso nos seu “plano” financeiro e tenha força de vontade. Não seja desanimado e malandro na hora de cuidar dos gastos financeiros. Você está querendo enganar quem, cedendo aos seus próprios caprichos? Só você mesmo! E se ficar sempre nesse jeito “molenga” de cuidar de seus gastos, nunca terá grandes patrimônios e sempre vai conviver com o “inferno das dívidas”. Seja obstinado, esforçado e, acima de tudo, feliz. Não encare esse “colocar a casa em ordem” com infelicidade. Veja sempre o lado positivo de tudo! Isso ajuda muito.
10 – Recompense a si mesmo, ás vezes. Depois de tanto trabalho duro, de colocar seuorçamento sob controle e de já ter suas dívidas em ordem, você pode comprar algo que gosta e/ou queria muito, mas sempre seguindo as outras dicas acima. Tenha bom senso! Leva algum tempo até aprender a gerenciar o próprio dinheiro. Não perca de foco seus objetivos! Se recompensar é importante para que o controle financeiro não torne maçante, mas isso não pode se tornar um hábito. E quando os outros querem seu dinheiro? *Dinheiro exigido por noivos como presente
Conquiste o controle de sua própria vida financeira! Isso ajuda a ser feliz, a alcançar diversos objetivos de vida e a conquistar muitos sonhos. Mexa-se, controle, não caia em tentações de gastos. Administre o próprio dinheiro e tenha controle de sua vida. Poupar dinheiro faz parte da administração financeira pessoal.